Novamente um aluno entra armado numa escola em São Caetano do Sul, no ABC paulista. O estudante de 15 anos levou um revolver calibre 38 do pai para escola, alegando que iria mostrar a arma aos amigos. Por sorte, a arma estava sem munição.
O caso ocorreu um mês depois que uma criança de 10 anos levar uma arma do pai para a escola, atirar contra a professora e depois se matar. Em Rio Grande da Serra, também no ABC outro garoto, da mesma idade entrou armado na escola, mas a polícia foi chamada e não houve feridos.
Essa incidência de casos traz novamente o debate sobre a segurança nas escolas. Vale lembrar o caso do ex-aluno de uma escola em Realengo no Rio de Janeiro, que invadiu a escola e realizou um verdadeiro massacre.
Esses episódios reforçaram a discussão sobre uma legislação mais rígida contra esse tipo de crime.
Existem atualmente 18 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados com medidas para controle do tráfico de armas no Brasil, mas nenhum foi aprovado e a maioria se encontra arquivado. Tramita também desde o início do ano um projeto de lei federal que determina a instalação de aparelhos de raio-x e detectores de metal em escolas públicas e privadas do Brasil.
Há ainda, outro projeto, este na Assembléia Legislativa de São Paulo, que estabelece a instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. A proposta determina também a obrigatoriedade de uso de uniforme e de crachá de identificação para alunos e funcionários.
Novamente um aluno entra armado numa escola em São Caetano do Sul, no ABC paulista. O estudante de 15 anos levou um revolver calibre 38 do pai para escola, alegando que iria mostrar a arma aos amigos. Por sorte, a arma estava sem munição.
O caso ocorreu um mês depois que uma criança de 10 anos levar uma arma do pai para a escola, atirar contra a professora e depois se matar. Em Rio Grande da Serra, também no ABC outro garoto, da mesma idade entrou armado na escola, mas a polícia foi chamada e não houve feridos.
Essa incidência de casos traz novamente o debate sobre a segurança nas escolas. Vale lembrar o caso do ex-aluno de uma escola em Realengo no Rio de Janeiro, que invadiu a escola e realizou um verdadeiro massacre.
Esses episódios reforçaram a discussão sobre uma legislação mais rígida contra esse tipo de crime.
Existem atualmente 18 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados com medidas para controle do tráfico de armas no Brasil, mas nenhum foi aprovado e a maioria se encontra arquivado. Tramita também desde o início
Novamente um aluno entra armado numa escola em São Caetano do Sul, no ABC paulista. O estudante de 15 anos levou um revolver calibre 38 do pai para escola, alegando que iria mostrar a arma aos amigos. Por sorte, a arma estava sem munição.
O caso ocorreu um mês depois que uma criança de 10 anos levar uma arma do pai para a escola, atirar contra a professora e depois se matar. Em Rio Grande da Serra, também no ABC outro garoto, da mesma idade entrou armado na escola, mas a polícia foi chamada e não houve feridos.
Essa incidência de casos traz novamente o debate sobre a segurança nas escolas. Vale lembrar o caso do ex-aluno de uma escola em Realengo no Rio de Janeiro, que invadiu a escola e realizou um verdadeiro massacre.
Esses episódios reforçaram a discussão sobre uma legislação mais rígida contra esse tipo de crime.
Existem atualmente 18 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados com medidas para controle do tráfico de armas no Brasil, mas nenhum foi aprovado e a maioria se encontra arquivado. Tramita também desde o início do ano um projeto de lei federal que determina a instalação de aparelhos de raio-x e detectores de metal em escolas públicas e privadas do Brasil.
Há ainda, outro projeto, este na Assembléia Legislativa de São Paulo, que estabelece a instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. A proposta determina também a obrigatoriedade de uso de uniforme e de crachá de identificação para alunos e funcionários.
do ano um projeto de lei federal que determina a instalação de aparelhos de raio-x e detectores de metal em escolas públicas e privadas do Brasil.
Há ainda, outro projeto, este na Assembléia Legislativa de São Paulo, que estabelece a instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. A proposta determina também a obrigatoriedade de uso de uniforme e de crachá de identificação para alunos e funcionários.