Cuidado na hora de fazer compras de fim de ano

A decoração e as luzes coloridas sinalizam que já estamos entrando no clima de natal. A euforia pela festa e por mais um ano que está terminando leva verdadeiras multidões para shoppings e centros de compras similares.

A concentração de pessoas nas ruas com dinheiro e dispostas a gastar, é um prato cheio para assaltantes, que se aproveitam do descuido alheio para agir.

Quando for sair para as compras de fim de ano, algumas dicas são importantes:

- Evite fazer compras sozinho;

- Prefira realizar compras durante o dia;

- Pague as contas com cheque ou cartão, e evite sair com grandes

quantias em dinheiro;

- Evite aglomerações, inclusive em ruas ou lojas;

- Evite retirar sua carteira em público, principalmente em bares, lojas e locais de grande movimento,

- Bolsas, carteiras ou sacolas de compras devem ser transportadas junto e a frente do corpo, para o lado de dentro da calçada;

- Evite carregar muitos pacotes ou sacolas, para não chamar atenção e

- Evite ter as duas mãos ocupadas.


Descuidos que podem comprometer a segurança na Copa de 2014

A falsa impressão de que “isso nunca aconteceu antes” pode ser um ponto falho na gestão de segurança que será adotada no Brasil na Copa do Mundo de 2014. A falta de “inimigos” e a boa imagem que o país tem no cenário internacional podem afrouxar a preocupação com a segurança.

Até o momento, as medidas que estão sendo tomadas, são para problemas locais, com a pacificação de favelas no Rio de Janeiro. Mas eventos dessa magnitude têm uma amplitude maior, já que o país receberá visitantes do mundo todo, inclusive de locais que são foco de conflitos armados.

Eventos esportivos e musicais atraem milhares de pessoas no mundo todo. Assim, são um prato cheio para grupos terroristas propagarem suas ações, com certeza de repercussão no mundo todo.

A política de boa vizinhança e o abrandamento das leis brasileiras são agentes facilitadores para ações que comprometam a segurança sejam orquestradas e colocadas em prática.

Até o momento os organizadores pouco tem se falado nas medidas de segurança que serão implantadas. A menos que seja feito um trabalho de inteligência e integração as forças de segurança pública, o Brasil pode ficar vulnerável quando sediar o maior evento esportivo do mundo.

A falsa impressão de que “isso nunca aconteceu antes” pode ser um ponto falho na gestão de segurança que será adotada no Brasil na Copa do Mundo de 2014. A falta de “inimigos” e a boa imagem que o país tem no cenário internacional podem afrouxar a preocupação com a segurança.

Até o momento, as medidas que estão sendo tomadas, são para problemas locais, com a pacificação de favelas no Rio de Janeiro. Mas eventos dessa magnitude têm uma amplitude maior, já que o país receberá visitantes do mundo todo, inclusive de locais que são foco de conflitos armados.

Eventos esportivos e musicais atraem milhares de pessoas no mundo todo. Assim, são um prato cheio para grupos terroristas propagarem suas ações, com certeza de repercussão no mundo todo.

A política de boa vizinhanç

A falsa impressão de que “isso nunca aconteceu antes” pode ser um ponto falho na gestão de segurança que será adotada no Brasil na Copa do Mundo de 2014. A falta de “inimigos” e a boa imagem que o país tem no cenário internacional podem afrouxar a preocupação com a segurança.

Até o momento, as medidas que estão sendo tomadas, são para problemas locais, com a pacificação de favelas no Rio de Janeiro. Mas eventos dessa magnitude têm uma amplitude maior, já que o país receberá visitantes do mundo todo, inclusive de locais que são foco de conflitos armados.

Eventos esportivos e musicais atraem milhares de pessoas no mundo todo. Assim, são um prato cheio para grupos terroristas propagarem suas ações, com certeza de repercussão no mundo todo.

A política de boa vizinhança e o abrandamento das leis brasileiras são agentes facilitadores para ações que comprometam a segurança sejam orquestradas e colocadas em prática.

Até o momento os organizadores pouco tem se falado nas medidas de segurança que serão implantadas. A menos que seja feito um trabalho de inteligência e integração as forças de segurança pública, o Brasil pode ficar vulnerável quando sediar o maior evento esportivo do mundo.

A falsa impressão de que “isso nunca aconteceu antes” pode ser um ponto falho na gestão de segurança que será adotada no Brasil na Copa do Mundo de 2014. A falta de “inimigos” e a boa imagem que o país tem no cenário internacional podem afrouxar a preocupação com a segurança.

Até o momento, as medidas que estão sendo tomadas, são para problemas locais, com a pacificação de favelas no Rio de Janeiro. Mas eventos dessa magnitude têm uma amplitude maior, já que o país receberá visitantes do mundo todo, inclusive de locais que são foco de conflitos armados.

Eventos esportivos e musicais atraem milhares de pessoas no mundo todo. Assim, são um prato cheio para grupos terroristas propagarem suas ações, com certeza de repercussão no mundo todo.

A política de boa vizinhança e o abrandamento das leis brasileiras são agentes facilitadores para ações que comprometam a segurança sejam orquestradas e colocadas em prática.

Até o momento os organizadores pouco tem se falado nas medidas de segurança que serão implantadas. A menos que seja feito um trabalho de inteligência e integração as forças de segurança pública, o Brasil pode ficar vulnerável quando sediar o maior evento esportivo do mundo.

a e o abrandamento das leis brasileiras são agentes facilitadores para ações que comprometam a segurança sejam orquestradas e colocadas em prática.

Até o momento os organizadores pouco tem se falado nas medidas de segurança que serão implantadas. A menos que seja feito um trabalho de inteligência e integração as forças de segurança pública, o Brasil pode ficar vulnerável quando sediar o maior evento esportivo do mundo.


Controlando perdas e ganhando competitividade

O controle e prevenção de perdas é um ponto de constante atenção no universo corporativo.  Promover ações que previnam essas quebras aumenta a competitividade da empresa, potencializa a possibilidade de lucros mitigação de riscos.

No universo do futebol é comum se falar que o ataque é a melhor defesa. O controle e prevenção de perdas atua justamente desse modo. É muito mais do que uma tática de defesa corporativa. São mecanismos que fomentam a competitividade da organização, a partir de uma estratégia que fortaleça a “defesa”, para consequentemente fortaleça o “ataque”.

A implantação de um plano preventivo contra perdas é um braço do gerenciamento de riscos, e desse modo é uma ação de longo prazo, formulada e desenvolvida em longo prazo.

O ideal é que se tenha amparo para perdas de modo emergencial, mas também coordenar a manutenção das ações da instituição, por meio de acompanhamentos dos riscos colocados em questão.

Seja em redes varejistas, indústrias de médio e grande porte ou centros de logística e distribuição, o controle e prevenção de perdas são fundamentais para a competitividade com mitigação de riscos, controle de custos, projetando um crescimento sustentável da empresa.


A popularização do crime e a inversão de papeis na sociedade

Os avanços tecnológicos, dos meios de comunicação e as redes sociais são um dos principais avanços dos últimos tempos, no qual estamos vivendo a chamada “idade mídia”. A velocidade com que as informações circulam diminuiu de vez as distancias do mundo, possibilitando conhecer culturas de outros povos e de muitos lugares do mundo.

Mas ao mesmo tempo em que a internet possibilita ter acesso a um universo de novas informações, também faz com que conteúdos que fazem apologia ao crime também estejam ao alcance de todos.

Circulam livremente na rede mundial de computadores, conteúdos alusivos a grupos terroristas e outras temáticas, como crime organizado outros conteúdos agressivos. Essa onda chegou até o mercado editorial. É possível adquirir série de livros que ensinam técnicas de guerrilha e até a produzir coqueteis molotov.

Com isso, propaga-se uma inversão de valores pela internet, em que atos terroristas e agressivos ganham conotação pop, no embalo de filmes que propagam esses ideais agressivos, elevando os casos de intolerância.

No Brasil, o papel também se inverteu, com os criminosos ganhando status de estrelas de televisão, em contrapartida, aumenta a rejeição contra policiais. Uma perigosa inversão de valores que pode ter conseqüências nada agradáveis.


Quando saber demais pode ser um problema

A informação é um item estratégico e de primeira necessidade para a segurança. Muita informação nas mãos erradas pode ser um perigo. As quadrilhas que praticam arrastões em condomínios premeditam suas ações com base em informações sobre a rotina do local, como entrada e saída de moradores e funcionários, frequência de ronda e os dias em que há visitação de prestadores de serviço.

Ao contrário do que se pensa a maior parte dessas informações são colhidas de forma simples, em conversas informais com visitantes e funcionários. Há ainda outra tática que consiste em se aproximar do local simulando um carro quebrado ou mesmo se passar por um visitante ou funcionário do local.

Existe ainda outro fator que pode colaborar para o vazamento de informações. O alto fluxo de pessoas que circulam pelo local favorece a desatenção de porteiros e vigias a movimentações suspeitas.

Para melhorar o desempenho esses profissionais devem ser alertados para terem atenção constante com a segurança, com capacitação e treinamentos para que possam ter a percepção para que possam responder na incidência de uma ocorrência e que tenham ciência do modo de atuação dos criminosos.


Controle de acesso: quem pode entrar?

Os casos de intrusão de áreas restritas tem se tornado bastante comum.  Condomínios residências, áreas comerciais, centros de distribuição e logística, são alvo dos criminosos. A porta de entrada pode ser um dos locais mais vulneráveis de uma casa, prédio ou empresa, por isso o controle de acesso é um item fundamental para a segurança.

O controle de acesso é uma das principais ferramentas de controle de segurança, seja para entrar em determinado departamento, seja para impedir a entrada de pessoas não autorizadas, seja para preservar informações, um bem tão valioso quantos outros materiais.

Existem os mais diversos meios de controle de acesso, mas a finalidade é a mesma: garantir a segurança e evitar visitantes indesejados. A tecnologia trouxe algumas inovações para os sistemas controle de acesso, como cartões eletrônicos, de proximidade, uso da biometria, reconhecimento de voz ou mesmo da íris.

Mas apenas tecnologia não basta. Qualquer empreendimento seja residencial ou comercial precisa de um planejamento de segurança voltado para gestão de riscos, no qual deve constar: controle de acesso de visitantes, colaboradores e fornecedores, cadastro de moradores ou colaboradores, lista de fornecedores e prestadores de serviço mais frequentes.


Mais um caso de aluno armado levanta debate sobre segurança nas escolas

Novamente um aluno entra armado numa escola em São Caetano do Sul, no ABC paulista. O estudante de 15 anos levou um revolver calibre 38 do pai para escola, alegando que iria mostrar a arma aos amigos. Por sorte, a arma estava sem munição.

O caso ocorreu um mês depois que uma criança de 10 anos levar uma arma do pai para a escola, atirar contra a professora e depois se matar.  Em Rio Grande da Serra, também no ABC outro garoto, da mesma idade entrou armado na escola, mas a polícia foi chamada e não houve feridos.

Essa incidência de casos traz novamente o debate sobre a segurança nas escolas. Vale lembrar o caso do ex-aluno de uma escola em Realengo no Rio de Janeiro, que invadiu a escola e realizou um verdadeiro massacre.

Esses episódios reforçaram a discussão sobre uma legislação mais rígida contra esse tipo de crime.

Existem atualmente 18 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados com medidas para controle do tráfico de armas no Brasil, mas nenhum foi aprovado e a maioria se encontra arquivado.  Tramita também desde o início do ano um projeto de lei federal que determina a instalação de aparelhos de raio-x e detectores de metal em escolas públicas e privadas do Brasil.

Há ainda, outro projeto, este na Assembléia Legislativa de São Paulo, que estabelece a instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. A proposta determina também a obrigatoriedade de uso de uniforme e de crachá de identificação para alunos e funcionários.

Novamente um aluno entra armado numa escola em São Caetano do Sul, no ABC paulista. O estudante de 15 anos levou um revolver calibre 38 do pai para escola, alegando que iria mostrar a arma aos amigos. Por sorte, a arma estava sem munição.

O caso ocorreu um mês depois que uma criança de 10 anos levar uma arma do pai para a escola, atirar contra a professora e depois se matar. Em Rio Grande da Serra, também no ABC outro garoto, da mesma idade entrou armado na escola, mas a polícia foi chamada e não houve feridos.

Essa incidência de casos traz novamente o debate sobre a segurança nas escolas. Vale lembrar o caso do ex-aluno de uma escola em Realengo no Rio de Janeiro, que invadiu a escola e realizou um verdadeiro massacre.

Esses episódios reforçaram a discussão sobre uma legislação mais rígida contra esse tipo de crime.

Existem atualmente 18 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados com medidas para controle do tráfico de armas no Brasil, mas nenhum foi aprovado e a maioria se encontra arquivado. Tramita também desde o início

Novamente um aluno entra armado numa escola em São Caetano do Sul, no ABC paulista. O estudante de 15 anos levou um revolver calibre 38 do pai para escola, alegando que iria mostrar a arma aos amigos. Por sorte, a arma estava sem munição.

O caso ocorreu um mês depois que uma criança de 10 anos levar uma arma do pai para a escola, atirar contra a professora e depois se matar.  Em Rio Grande da Serra, também no ABC outro garoto, da mesma idade entrou armado na escola, mas a polícia foi chamada e não houve feridos.

Essa incidência de casos traz novamente o debate sobre a segurança nas escolas. Vale lembrar o caso do ex-aluno de uma escola em Realengo no Rio de Janeiro, que invadiu a escola e realizou um verdadeiro massacre.

Esses episódios reforçaram a discussão sobre uma legislação mais rígida contra esse tipo de crime.

Existem atualmente 18 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados com medidas para controle do tráfico de armas no Brasil, mas nenhum foi aprovado e a maioria se encontra arquivado.  Tramita também desde o início do ano um projeto de lei federal que determina a instalação de aparelhos de raio-x e detectores de metal em escolas públicas e privadas do Brasil.

Há ainda, outro projeto, este na Assembléia Legislativa de São Paulo, que estabelece a instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. A proposta determina também a obrigatoriedade de uso de uniforme e de crachá de identificação para alunos e funcionários.

do ano um projeto de lei federal que determina a instalação de aparelhos de raio-x e detectores de metal em escolas públicas e privadas do Brasil.

Há ainda, outro projeto, este na Assembléia Legislativa de São Paulo, que estabelece a instalação de detectores de metais nas escolas públicas do Estado. A proposta determina também a obrigatoriedade de uso de uniforme e de crachá de identificação para alunos e funcionários.


As técnicas de camuflagem dos criminosos

O brasileiro é conhecido mundialmente por sua capacidade de se adaptar a todo tio de situação. O “jeitinho brasileiro”, que faz situações as situações mais adversas se mostrarem facilitadas. Os criminosos também são adeptos dessa tática e fazem uso dos mais variados meios para praticar seus crimes.

Uma tática comum consiste em se “camuflar” para realizar os crimes. Um caso recente ocorreu num condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, em que pelo menos 10 homens fortemente armados realizaram um arrastão, invadindo 15 apartamentos, levando dinheiro, joias.

Para entrar no condomínio, os bandidos entraram pela garagem, com o carro idêntico de um morador, com a placa clonada. Após efetuarem o roubo, os bandidos desligaram o sistema de monitoramento do local. Mesmo que isso possa ser feito com manutenção de uma mudança que pode ocorrer sempre que isso seja modificado e que mesmo assim as considerações sejam retomadas.

Essa é apenas uma das artimanhas utilizadas por criminosos. Outro truque muito comum, mas que ainda faz vítimas é o disfarce de prestadores de serviço, como o recente assalto em condomínio de luxo no Morumbi. Os bandidos utilizaram uniformes da Comgás, e levando cerca de R$ 5 milhões em dinheiro, eletrodomésticos, jóias e obras de arte.

A engenhosidade e ousadia cada vez maior dos criminosos reforçam a preocupação com as mudanças que isso demonstra em decorrência de uma mudança na linha de medidas de segurança adotadas e a partir daí tomar as medidas necessárias para fazer isso. Cuidados que devem ser retomados.

Por conta disso, s mudanças que hoje são retransmitidas podem fazer outra modificação que por conta disso não muda as restrições que podem ser feitas e mesmo assim são interligadas e de maneira nenhuma podem ser transformadas.

Mesmo assim, as mudanças que podem acometer as resoluções sociais são um mecanismo importante para que se mostre um ou outro sistema de atribuição para as mudanças que ocorrem.


Papel alumínio: o novo inimigo das redes varejistas

A folha de papel alumínio sempre foi utilizada na cozinha, para embrulhar e conservar determinados tipos de alimentos. Mas as propriedades do material também estão sendo utilizadas como recurso para realização de furtos no varejo, causando milhões de reais em prejuízos.

A “descoberta” de tal fato aumentou e muito a incidência desse tipo de delito, levando os estabelecimentos comercias a investirem em novos mecanismos de segurança.

O golpe consiste em enrolar produtos com folhas de papel alumínio, que tornam o sistema de alarme das lojas fica inoperante e o alarma não é acionado.

Lojas de departamento, supermercados, livrarias têm sofrido com essa nova modalidade de crime.  Em algumas cidades brasileiras já são comercializadas bolsas confeccionas para este fim, com o interior forrado de papel alumínio, para facilitar os furtos.

Uma das alternativas adotadas para conter a prática é observar pessoas portando bolsas térmicas ou se portam quantidades consideráveis do material.


Mantenha o cuidado nos cruzamentos

O transito cada vez mais complicado nas grandes cidades, leva os motoristas a ficar cada vez mais tempo parados no transito. Com isso, os assaltos nos cruzamentos e faróis tem se tornado cada vez mais comuns.

Quando estiver dirigindo, não abra os vidros do seu automóvel para vendedores ambulantes e pedintes, que muitas vezes são assaltantes disfarçados. Ao sair do veículo, leve seus pertences de valor ou tranque-os no porta-malas se for impossível levá-los consigo.

Não pare par discutir “batidinhas”, principalmente à noite. Os ladrões fazem isso de propósito para aproveitar a situação e assaltá-lo.

Se por uma infelicidade você for abordado por um assaltante armado quando estiver no sinal fechado não tente arrancar o veículo; muitas pessoas são alvejadas ao fazerem isso. É melhor entregar o que tiver e livrar-se do bandido do que perder a vida.


Proteja seus cartões e as conta bancária

Atualmente ter conta bancária e cartões de crédito uma necessidade recorrente, já que as pessoas estão utilizando cada vez menos dinheiro em espécie, o que dá mais segurança as pessoas. Em contrapartida, isso não impede as ações criminosas, principalmente a clonagem de cartões, em que os dados bancários da vítima são roubados.

Normalmente os bancos estabelecem que toda utilização do cartão é de responsabilidade do correntista. Mas segundo o PROCON, os bancos devem responder de forma objetiva pelos prejuízos causados ao consumidor por falhas na segurança do serviço prestado pelo banco. É sempre recomendável que a comunicação sobre a perda, furto ou roubo de cartão e de talão de cheques seja feita o mais rápido possível, assim como o boletim de ocorrência.

Para evitar esse tipo de crime algumas medidas de segurança são importantes. Quando receber um cartão de banco ou de crédito, faça uma cópia dos mesmos, para o caso de extravio você prontamente informar ao banco para que os mesmos sejam imediatamente bloqueados.

A preservação do cartão e da senha pessoal é fundamental para a sua segurança. Portanto, mantenha segredo absoluto sobre a sua senha e não empreste seu cartão  magnético, em hipótese alguma.

Não use a data do seu nascimento nem repita o  mesmo número várias vezes. Não admita a ação de intrusos ou curiosos, quando estiver operando o sistema. Instrua seus familiares e amigos para fazer o mesmo. Os malandros visam, de preferência, pessoas mais idosas ou aquelas que apresentam dificuldade em lidar com equipamentos eletrônicos.


Uso de armas de fogo demanda treinamento e autocontrole

O uso de armas de fogo por equipes de segurança demanda treinamento e autocontrole. Os profissionais do setor devem estar preparados psicologicamente para saber se portar e não sair utilizando o recurso a esmo.

O vigia que está armado não pode se achar “mais valente” que as outras pessoas. Num momento de tensão ou descontrole, o pior pode acontecer, como na briga entre o cliente de um banco e um segurança, que resultou na morte do primeiro.

O ato foi cometido em decorrência de uma desavença anterior entre os dois. Quando o cliente voltou à agência bancária, houve nova discussão que virou briga e o cliente do banco foi baleado.

Os profissionais de segurança que portam armas de fogo devem passar por constante treinamento e acompanhamento psicológico, para estarem condicionados a lidarem com pressão e de maneira nenhuma agir de maneira imponente ou truculenta por estarem armados.


Cresce número de assaltos a caixas eletrônicos no interior

Apesar do número de assaltos a caixas eletrônicos apresentarem queda em São Paulo, no interior o Estado a prática vem aumentando. No primeiro semestre a prática aumentou 58%¨. Em média, para cada ataque na capital, 12 ocorrem no interior.

Os dados foram levantados pelo Governo do Estado, com base no relatório do Departamento de Inteligência da Polícia Civil obtido com exclusividade. De acordo com a pesquisa, houve 494 ocorrências de roubo e furtos de caixa eletrônicos (incluindo tentativas), foram registradas no Estado de São Paulo até a metade de agosto.

O motivo diagnosticado foi a ação policial nos grandes centros, levando os criminosos a atuarem em regiões mais afastadas.  Isso é perceptível pela queda de incidências desse crime na capital paulista.

Ao sentirem dificuldade para atuar, os criminosos buscam outros locais para atuar, e assim vão migrando, de acordo com as facilidades que vão encontrando.


Funcionários são investigados por envolvimento em assalto cinematográfico a banco de São Paulo

Mais um assalto a banco com enredo de cinema. Um grupo invadiu agência do Banco Itaú na Avenida paulista e roubou 170 cofres particulares com joias e dinheiro. A ação durou pelo menos 10 horas.

Um funcionário da central de monitoramento da agência é apontado como responsável por ter desligado a alarme do banco. Um vigilante de uma empresa terceirizada também é investigado por suposta facilitação para a entrada dos criminosos.

Ainda nãos e sabe sobre o valor exato roubado, mas estima-se que se já uma grande quantia. O crime lembra o assalto ao Banco Central em Fortaleza, em agosto de 2005, quando uma quadrilha levou mais de R$ 164 milhões sem fazer vítimas e disparar um único tiro.


Sem celular, bandidos usam códigos para praticar “saidinha”

Apesar da proibição do uso do telefone de celular nas agências bancárias de São Paulo, o crime conhecido como “saidinha de banco” não diminuiu. A nova tática dos criminosos consiste em usar sinais para se comunicar.

As pessoas que vão aos terminais bancários e sacam grandes quantidades em dinheiro são as principais vitimas desse tipo de crime. Antes mesmo da lei que proíbe ser sancionada

Antes mesmo de ser sancionada, a lei já causada discussão sobre sua eficácia. Os que reprovam seu uso defendem a utilização de mecanismo que impeçam a visualização das operações bancárias, como biombos entre os caixas. Outra critica se dá pelo fato da nova lei responsabilizar o cidadão pela sua segurança, sem exigir dos bancos medidas eficientes para coibir esse tipo de crime.

A lei entrou em vigor no fim de agosto e prevê multa aos bancos onde os clientes forem flagrados usando os telefones celulares no interior dos bancos, com multa de R$ 2.500, dobrada em caso de reincidência. Por enquanto a lei ainda não é punitiva. A proposta também proíbe os clientes de receberem mensagem de texto ou de voz enquanto estiverem dentro das agências e só será permitido entrar no banco com o celular desligado.


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